Sonorosa, terceiro disco de Anderson Miguel, abraça o moderno sem esquecer o ancestral

por em segunda-feira, 30 abril 2018 em

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Está no ar o disco Sonorosa do mestre Anderson Miguel. As nove músicas que compõem a obra fazem um paralelo entre o antigo e o novo, o tradicional e o contemporâneo no que envolve as manifestações culturais presentes na Zona da Mata pernambucana. A Ciranda e o Maracatu como carros chefes.

A interação entre o ancestral e o moderno é vista tanto nas letras que falam da vida cotidiana local de Nazaré da Mata e em outros lugares e no uso das guitarras (vistas também nas obras de Siba) e até de Synths.

O disco tem produção de Siba que também contribuiu com algumas guitarras e versos de assina os versos de “O Cirandeiro”, “Sonorosa” e “No Hoje e Na Hora” em parceria com o mestre Nazareno. Já Juçara Marçal cantou em “O Cirandeiro”. Em “Sonorosa” participaram Vavá (póica); Biu Do Bombo (tarol); João Estavão (mineiro); Tarcísio Silva (trompete); Mestre Nico (trombone) e Ricardo Ambrozino (resposta). Em “O Cirandeiro”, além de Juçara Marçal na voz, contribuiu Mestre Nico (trombone) . Já em “Natureza Maltratada” Maria Beraldo tocou clarone e em “No Hoje e Na Hora” Jorge Du Peixe participou com voz e Beto Villares nos synths.