Seja em sua prolífica carreira solo (três albuns em pouco mais de um ano e meio), seja no curto período em que ocupou a vaga de guitarrista no sensacional The War On Drugs, o boa praça Kurt Vile agrega algumas marcas pessoais e intransferíveis que ajudam – e muito – a entender sua maneira torta [...]
[2] ComentáriosQuando surgiu de uma hora para outra, já nos acréscimos das listas de melhores do ano de 2008, Nathan Williams e seu Wavves deixaram a indiezada em polvorosa. Também, pudera: Wavves é indie, punk, pop, surf, noise, maconherístico e _____________ (insira aqui o adjetivo descolê de sua preferência) o suficiente para pressupor o ressurgimento de [...]
[3] ComentáriosDesde o advento e embalagem do punk, ficou combinado uma coisa: rock progressivo é coisa de mala, de músico punheteiro, de tiozinho careca com rabo de cavalo e pança de cerva promeminente. O que é uma meia verdade, mas não deixa de ser um esterotipo. Prog é TAMBÉM tudo isso aí, mas pariu coisas interessantes [...]
[5] ComentáriosDizem os mais antenados por aí que, depois de chacoalhar as cadeiras ao som rebolativo dos anos 80, a próxima grande onda é revisitar os 90. Como tudo que é hype e vindouro, trocentas bandas surgem a cada dia, com Pavement, Yo La Tengo e Dinosaur Jr. tatuados no DNA, com promessas de revolucionar a [...]
[4] ComentáriosPara a Top Surprise, o mundo parece ter começado nos anos 80 – quando seus integrantes nasceram, e as guitarras adquiriram um volume insuportável. Então, de certa forma, nomes como J. Mascis e Thurston Moore fizeram o big bang do que culminaria no som do quarteto da provinciana Juiz de Fora, Minas Gerais. Ainda nos [...]
[2] ComentáriosCom o revival dos anos 90 dobrando a esquina, não se surpreenda se de repente a guitarra, aquele instrumento retrô hoje redivivo nos adeptos do neo-metal farofa, voltar à crista da onda. Desde o fim do grunge e da implosão do tal rock “alternativo”, o outrora instrumento símbolo do rock não ganha o tratamento adequado, [...]
[2] Comentários“Thomas Pappon, que vive em Londres há uns dez anos, era o motor da Fellini. Ele era o cara que sonhava. Sem alguém que sonhe, que tenha paciência, que goste de ensaiar e de beber nos botecos enquanto imagina nomes, características e desfechos para o seu trabalho, você não é nada no rock’n’roll. Se não [...]
[1] ComentárioPor mais problemas de auto-estima e de falta de identidade que Natal tenha, não há como disfarçar o egocentrismo inerente da condição de capital do estado. Quando se fala na “cena local” do Rio Grande do Norte, imediatamente assume-se que a referida cena se limita à Natal, frequentemente ignorando praticamente toda a região do Seridó, [...]
[13] ComentáriosDe gênios incompreendidos o mundo da música está cheio. Pode escolher: tem o psicodélico, o romântico, o suicida, o bipolar, etc. Daniel Johnston, o herói indie atormentado do último grande atormentado do rock, já passou por poucas e boas. Entrou e saiu de clinicas psiquiátricas, se envolveu em acidentes aéreos, surtos de violência, paranóia religiosa [...]
[3] ComentáriosDia desses, Kid Vinil, em sua coluna no portal Yahoo, deu notícias do mercado de relançamentos que toma conta da indústria fonográfica gringa e levantou uma bola interessante: por que as gravadoras brasileiras não fazem o mesmo? A resposta talvez não seja tão simples, mas o efeito seria imediato. Nos porões da música pop brasileira [...]
[18] Comentários
Por Equipe O Inimigo em 18/08/2010
Foto: Rebeca Correia No futuro, quando os biógrafos da cena local forem situar a terceira onda do rock natalense (netos da época das domingueiras psicodélicas do Impacto Cinco, filhotes tardios do Mangue Beat, Raimundos e General Junkie, aditivados por Los Hermanos, Radiohead e o boom do indie via web) certamente haverá um capítulo de honra [...]
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Por Hugo Morais em 13/08/2010
Década de 80 e 90. Muitas lojas de música, com muitos vinis e fitas k7. Os CDs começavam a chegar, pelo menos pra mim. O LP naquela época era algo caro, muito caro. Na verdade era o mesmo preço que um bom CD custa hoje. E como sempre diz o guru Vlamir Cruz, vulgo Mister [...]
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Por Equipe O Inimigo em 09/08/2010
Os dias 31 de março e primeiro de agosto foram escolhidos pela equipe de surf mossoroense Mahatma Gangue para a gravação do álbum Surf e Destrua. Todo o processo foi gravado no estúdio de Vini [Drive Out] com o auxílio de Dante e Henrique “Geladeira”, ambos integrantes da banda Calistoga. A banda chegou numa sexta [...]
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