Terrorismo

Aceita aê, é de coração

Por Tiago Lopes - 03/10/2009

14 Comentários para “Aceita aê, é de coração”


  1. Alexandre Honório comentou em 5/10/2009 às 12:28

    Mas, afinal, me diz só uma coisa: você achou o disco bom ou ruim?

  2. Felipe Gurgel comentou em 5/10/2009 às 12:51

    A resenha é confusa, Tiago. Ou então não saquei nada direito boa parte dela.

    “E, de cara, dá pra notar que a discografia do Falcão foi trocada pela da Blitz no lar dos Catatau, o que levou à decisão não muito legal de se agarrar a um sintetizador, em detrimento da guitarra que já foi tão bem manipulada.”

    Discordo desse trecho. Achei o trabalho de synths muito bom no disco… E no Método Túfo eles já são marcantes. Não teve muita novidade em relação ao uso de sintetizadores neste disco.

  3. Tádzio comentou em 5/10/2009 às 13:08

    Mas, afinal, me diz só uma coisa: você achou o disco bom ou ruim? [2]

  4. Tiago Lopes comentou em 5/10/2009 às 13:43

    Honório: nunca foi uma decisão consciente do pessoal aqui do site de não usar estrelinhas, bonequinhos, porcentagens, letras do alfabeto, números decimais e afins. Acho tudo isso válido, mas mais como um complemento do que está escrito, e não como único termo de classificação. Me parece que é isso que cê tá procurando, mas não é desnecessário não? Mesmo com todo o último parágrafo respondendo à sua pergunta de maneira tão óbvia quanto um B-, ou um 7.6, ou um 3 out of 5?

    Gurgel: não teve mesmo novidade não, nem disse isso. Falei que ele se agarrou a um sintetizador, em detrimento da guitarra. Preferiu o primeiro ao segundo, o inverso do que foi feito no Método. Mas, como disse algumas vezes, ele acerta mais quando o sintetizador não trabalha sozinho. Daí eu falar que sobram espaços “precariamente preenchidos”.

    Quanto à confusão, acredito que está tudo completinho, menos pro Dalua. :D

  5. Da Década! comentou em 5/10/2009 às 15:23

    [...] em Sem-categoria por Tiago Lopes em Outubro 5, 2009 Aqui, eu faço trabalho braçal sem me importar com as implicações morais. leave a comment [...]

  6. Alexandre Honório comentou em 5/10/2009 às 20:28

    Não, Tiago, definitivamente não estou procurando nada disso. Entretanto, como o exercício da crítica implica a opinião de quem critica – e a sua não está clara no artigo – resolvi perguntar.
    Por exemplo: particularmente, achei esse disco uma bela bosta. Já não gostava do Cidadão Instigado e esse “Uhuu!” foi a deixa pra apagar a banda da memória do PC.
    Mas no seu artigo você não diz nem se gostou ou se não gostou: sobe no muro, olha pro outro lado, mas não sabe se pula ou desce.
    Sem pontuação, tomates ou sinal de fumaça: apenas afirmar se gosta ou não gosta basta.

  7. Hugo Morais comentou em 6/10/2009 às 4:30

    Eu gostei, mas o de Otto está melhor.

  8. Fábio Farias comentou em 6/10/2009 às 7:32

    Com exceção de uma ou outra música, Cidadão Instigado nunca me instigou (com o perdão do trocadilho tosco). Algumas músicas parecem uma cópia mal feita de Mundo Livre S/A.

    Concordo com Hugo, Otto é melhor.

  9. Tádzio comentou em 6/10/2009 às 9:39

    Duvido ter um melhor que o do Cidadão neste ano, no Brasil. Mas vou dar uma conferida nesse do Otto (que confesso, perdi a paciência desde “Samba pra burro”…)

  10. Tiago Lopes comentou em 6/10/2009 às 13:44

    Nem gosto de responder a comentários, mas Honório tá insistindo. A minha opinião está aí, fiz a tarefinha direitinho e correspondi corretamente ao tópico “exercício da crítica implica na opinião de quem critica”, só não dessa maneira for dummies que cê tá esperando. Porque né, revistas de música inteiras são feitas em cima de um “gostei” ou “não gostei”.

  11. Felipe Gurgel comentou em 7/10/2009 às 5:06

    Tiago,

    Você acha que seu texto está “completinho”. Mas a partir do momento que você o publica, aquilo que escreve está sujeito à interpretação de terceiros, por isso eu disse que estava confuso. Assim como Alexandre teve a mesma opinião. Independente da sua intenção de não classificar o disco como a crítica comum costuma fazer.

    Saiba receber críticas numa boa, sem menosprezar os leitores dessa forma (dummies, DaLua). Deste modo, parece mal educado você. E pretensiosamente mais inteligente de que a audiência do site. Algo que você seria se fosse mais claro na sua mensagem.

    Abraço!

  12. Marinna comentou em 12/10/2009 às 15:15

    As resenhas desse cara são sempre confusas. Além de faltar clareza, ele entope o texto de referências obscuras, talvez pra dar uma de cult. Dá mil voltas pra dizer o que se pode resumir em uma frase, o que torna o texto chato de ler, arrastado. Uma dica, Tiago: um pouco de humildade e senso crítico não faz mal a ninguém.

  13. fabão comentou em 26/10/2009 às 13:56

    disco do ano esse uhuuu e carnaval do inferno do eddie…salve a musica nordestina

  14. Bôsco-Caruaru comentou em 7/5/2010 às 10:43

    Infelizmente pouquissimas pessoas sabem reconheçer uma grande banda impar! o cidadão é uma grande banda o instrumental sombrio é perfeito e o vocal de catatau e dai? combina com o som sombrio da banda cheio de maravilhosos efeitos, somos poucos mais muito poucos que conseguem admirar uma joia , viva ao Cidadão Instigado e lamento aqueles que criticam e sao cegos , querendo sempre a mesmice (Bôsco-Caruaru-PE.)

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