Terrorismo

Calistoga continua normal, mas com tendências à esquisitice

Por Alexis Peixoto - 18/07/2009

5 Comentários para “Calistoga continua normal, mas com tendências à esquisitice”


  1. Alexandre Alves comentou em 20/7/2009 às 3:45

    Olhe, bateria realmente sempre será um problema, pois neste Brasil varonil NUNCA vi gravação decente como qualquer banda de power-pop-fuleira-de-fundo-de-quintal-do-interior-dos-EUA consegue tirar. Só retiro a primeira demo do Mopho (AL), de 1998, se não me engano. Após 18 anos gravando, só tenho uma resposta: incompetência de quem toma conta do estúdio. Já quanto ao “inglês sotaqueado”, nunca vi nenhum crítico deste planeta reclamando do “accent” galês dos Super Furry Animals, do enfadonho inglês da duende islandesa chamada Bjork, ou do inglês-germânico troncho do Guy Chadwick, do House of Love. Já estou no doutorado dessa tal de língua e meu ex-professor texano fala tanto inglês correto quanto minha vó sertaneja. No mais, texto condigno sobre esta banda, que na minha opinião está mais preocupada em tocar seu som do que agradar alguém. E acho que eles são de uma geração que notou que o “álbum cheio”, para os independentes tupiniquins, tem tanto efeito quanto um EP… vai ser clonado do mesmo jeito. Além do mais, em qualquer festival só dá pra tocar 5 ou 6 canções mesmo. Eu acho que o pendamento deles já é “avant-guard”… não há problemas em ser uma banda de EP’s… no futuro pode rolar um “Greatest Riffs” do Calistoga.

  2. Alexandre Alves comentou em 20/7/2009 às 3:47

    Errata: “Eu acho que o pensamento deles já é ‘avant-guard’…”.

  3. Jesuino comentou em 20/7/2009 às 5:50

    avantgarde! essa é a definição. embora ainda não tenha ouvido esse novo EP, o Calistoga tem potencial interessante…

  4. Olga comentou em 20/7/2009 às 6:17

    “Deveria ser proibido debochar de quem se aventura em outro idioma” já disse Chico Buarque em Budapeste. Se a frase não era essa, não lembro ao certo, mas o sentido sim. Pior que o inglês da Bjork, era o do Einar Örn Benediktsson que cantava com ela no Sugarcubes. Citei a criatura quando ouvi uma crítica sobre uma banda nacional cantando em inglês e a resposta foi: “nunca reparei que o inglês dele era ruim”! Só me resta dizer 2 palavras – fuck off :-)

  5. Alexandre Alves comentou em 25/7/2009 às 12:23

    Antes que me entendam mal, quando falei da bateria, quis me referir à CAPTAÇÃO/GRAVAÇÃO do som dela, que foi feita em outro estúdio diferente daquele da mixagem feita pelos calistogas Dante e Henrique, que não podem operar milagres tamborísticos(pelo menos, por enquanto!)…

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